segunda-feira, 8 de abril de 2013
O inferno de Dante.
Dante colocou um monte de gente no seu inferno. Colocou governantes, agiotas, papas, prostitutas, seus amigos e homossexuais. Os homossexuais ficam numa divisão do 7º círculo do inferno, dedicada aos que são violentos contra a natureza.
O que é defender a natureza mudou nos últimos anos, mas uma coisa permanece. E eu só estou tagarelando as palavras de Goethe: Alles verändert sich, aber dahinter ruht ein Ewiges. Tudo muda, mas no fundo descansa o Eterno.
L'amor che muove il solle e l'altre stelle. É o amor que move o Sol e as outras estrelas.
Mais curioso que Dante ter aprendido a escrever em italiano, é Goethe e Dante falarem a mesma língua.
Eles não eram cronocentricos. Ainda dá tempo, eu entendo melhor o conceito de natureza de Dante do que do Greenpeace.
Racismo e civilização.
Mais um resgate dos rascunhos:
Vendo a foto do Pastor Marco Feliciano com a mãe parda e o pai negro. Não que eu goste tanto assim de pastores, mas certamente podemos concluir que ser um mau cristão é ainda melhor que ser um bom político. Sempre que a patota tenta bater em um pastor eles apanham. Quanto a polêmica, que na Bíblia diz que a África é o continente amaldiçoado, segue o vídeo de um taxista, que resistiu a prisão por cometer infrações de transito...
Ele foi amarrado ao carro da polícia e arrastado até a morte. Com ou sem Apartheid, a maldição continua. Como as pessoas que pisaram na lama do dilúvio já esperavam por isso é no mínimo intrigante. E fazer isso, arrastar um infrator do trânsito até a morte, é sem hipocrisia a vontade da maioria. Nós não fazemos por algum resquício da civilização. Mas é só abdicar um pouco da civilização que nos resta, estudando psicologia por exemplo, para sair já decepando braços e jogando no rio.
Quanto mais os políticos trabalham para rever as "dívidas históricas" com os negros, mais os negros são injustiçados. O Pelé foi o Rei do mundo entre as décadas de 50 e 70. Na última final da Copa do Mundo não havia negro em campo, havia um ou outro no banco.
Se a Bíblia parece estar certa eu não tenho culpa.
Vendo a foto do Pastor Marco Feliciano com a mãe parda e o pai negro. Não que eu goste tanto assim de pastores, mas certamente podemos concluir que ser um mau cristão é ainda melhor que ser um bom político. Sempre que a patota tenta bater em um pastor eles apanham. Quanto a polêmica, que na Bíblia diz que a África é o continente amaldiçoado, segue o vídeo de um taxista, que resistiu a prisão por cometer infrações de transito...
Ele foi amarrado ao carro da polícia e arrastado até a morte. Com ou sem Apartheid, a maldição continua. Como as pessoas que pisaram na lama do dilúvio já esperavam por isso é no mínimo intrigante. E fazer isso, arrastar um infrator do trânsito até a morte, é sem hipocrisia a vontade da maioria. Nós não fazemos por algum resquício da civilização. Mas é só abdicar um pouco da civilização que nos resta, estudando psicologia por exemplo, para sair já decepando braços e jogando no rio.
Quanto mais os políticos trabalham para rever as "dívidas históricas" com os negros, mais os negros são injustiçados. O Pelé foi o Rei do mundo entre as décadas de 50 e 70. Na última final da Copa do Mundo não havia negro em campo, havia um ou outro no banco.
Se a Bíblia parece estar certa eu não tenho culpa.
Uma lição sobre acordos de paz e o Egito
Entrei em um desses chats do Facebook para praticar o inglês. Uma coisa que eu não via desde a época do Napster, que tinha salas de bate papo com pessoas do mundo inteiro.
Encontrei uma menina, a Fadwa do Cairo. Olhando em sua página no FB achei uma foto do ex-presidente Anwar Al Sadat.
Anwar foi um verdadeiro herói por selar um pacto de paz com Israel, o que lhe rendeu o prêmio Nobel da Paz em 1978 juntamente com o primeiro ministro israelense Menachen Begin.
Eu me recordo de memória do livro da senhora Sadat: Enquanto Anwar atravessava as rua de Jerusalém, as pessoas festejavam e as mulheres erguiam seus filhos pequenos. Elas o agradeciam, aquele ato salvaria os seus filhos.
Um acordo de paz não acontece entre um derrotado e um vitorioso, entre um certo e outro errado. Acordos de Paz são fechados para que os filhos de uma nação sejam salvos. Não existe acordo de Paz possível com países que defendem seus suicidas e terroristas, pois eles não se preocupam nem mesmo com os próprios filhos. Assim como Anwar se preocupava, e por isso ele foi odiado.
Eu perguntei para Fadwa o que chava da revolução árabe. E ela me disse que é um falsa revolução, os inimigos do Egito tomaram o poder. A irmandade muçulmana (Ikwaan) foi responsável pela morte de Anwar Al Sadat, ainda que se tente encobrir isso. Agora o Irã quer dominar a religião no Egito e tornar o país um estado iraniano, enquanto o Catar quer comprar os seus monumentos históricos. O Ikwaan está lá para ajudar no desmanche do Egito.
A verdade é que governos nunca são representantes legítimos do povo. Governos agem sempre em causa própria. Nós aqui debaixo não passamos de massa de manobra, executando o ódio e as ambições de cada governo. Por isso quanto mais politizado você tenta ser, maior a chance de se tornar um imbecil.
Para completar o final de semana assisti Gran Torino. Walt Kowalski observou que ele tinha mais laços com os H'mong do que com sua própria família. Exatamente como eu me senti, vendo mais coisas em comum com uma mulher islâmica de lenço na cabeça do que com a maioria das pessoas ao meu redor. Ela disse que eu tinha a mente aberta, poucas vezes eu me senti tão bem por ser elogiado.
As pessoas religiosas são mais livres que as pessoas políticas. As pessoas passam a acreditar em Deus quando deixam de acreditar em qualquer porcaria, já dizia Chesterton.
Encontrei uma menina, a Fadwa do Cairo. Olhando em sua página no FB achei uma foto do ex-presidente Anwar Al Sadat.
Anwar foi um verdadeiro herói por selar um pacto de paz com Israel, o que lhe rendeu o prêmio Nobel da Paz em 1978 juntamente com o primeiro ministro israelense Menachen Begin.
Eu me recordo de memória do livro da senhora Sadat: Enquanto Anwar atravessava as rua de Jerusalém, as pessoas festejavam e as mulheres erguiam seus filhos pequenos. Elas o agradeciam, aquele ato salvaria os seus filhos.
Um acordo de paz não acontece entre um derrotado e um vitorioso, entre um certo e outro errado. Acordos de Paz são fechados para que os filhos de uma nação sejam salvos. Não existe acordo de Paz possível com países que defendem seus suicidas e terroristas, pois eles não se preocupam nem mesmo com os próprios filhos. Assim como Anwar se preocupava, e por isso ele foi odiado.
Eu perguntei para Fadwa o que chava da revolução árabe. E ela me disse que é um falsa revolução, os inimigos do Egito tomaram o poder. A irmandade muçulmana (Ikwaan) foi responsável pela morte de Anwar Al Sadat, ainda que se tente encobrir isso. Agora o Irã quer dominar a religião no Egito e tornar o país um estado iraniano, enquanto o Catar quer comprar os seus monumentos históricos. O Ikwaan está lá para ajudar no desmanche do Egito.
A verdade é que governos nunca são representantes legítimos do povo. Governos agem sempre em causa própria. Nós aqui debaixo não passamos de massa de manobra, executando o ódio e as ambições de cada governo. Por isso quanto mais politizado você tenta ser, maior a chance de se tornar um imbecil.
Para completar o final de semana assisti Gran Torino. Walt Kowalski observou que ele tinha mais laços com os H'mong do que com sua própria família. Exatamente como eu me senti, vendo mais coisas em comum com uma mulher islâmica de lenço na cabeça do que com a maioria das pessoas ao meu redor. Ela disse que eu tinha a mente aberta, poucas vezes eu me senti tão bem por ser elogiado.
As pessoas religiosas são mais livres que as pessoas políticas. As pessoas passam a acreditar em Deus quando deixam de acreditar em qualquer porcaria, já dizia Chesterton.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
O intelectual e o borracheiro.
Li isso por ai:
Uma mulher viajava com o namorado pelo oriente médio, com um carro alugado. Eis que o pneu furou. O namorado era o típico intelectual, incapaz de trocar um pneu. Por sorte ou não, um nativo apareceu para ajudar. Só que ele começou a reparar nela, e perguntou pro namorado quando ele queria para ter sexo com ela.
Se ele não era capaz de trocar um pneu, imaginem se ele foi capaz de defende-la. Ela diz que deu sorte, e conseguiu escapar pois era apenas um nativo.
Ela viu que era melhor namorar com um borracheiro....
Se Jesus foi carpinteiro e Sócrates foi um dos maiores soldados do exército grego, faz algum sentido.
Uma mulher viajava com o namorado pelo oriente médio, com um carro alugado. Eis que o pneu furou. O namorado era o típico intelectual, incapaz de trocar um pneu. Por sorte ou não, um nativo apareceu para ajudar. Só que ele começou a reparar nela, e perguntou pro namorado quando ele queria para ter sexo com ela.
Se ele não era capaz de trocar um pneu, imaginem se ele foi capaz de defende-la. Ela diz que deu sorte, e conseguiu escapar pois era apenas um nativo.
Ela viu que era melhor namorar com um borracheiro....
Se Jesus foi carpinteiro e Sócrates foi um dos maiores soldados do exército grego, faz algum sentido.
quarta-feira, 20 de março de 2013
Portugal
Jahrelang hielte ich Portugal für Versager. Wahrscheinlich halten die ganze Welt Portugal für Versager.
Sie waren sehr reich, sie waren reicher als England, hatte noch mehr Macht. Das ist schon lang vorbei.
Ich muss es sagen. Portugal ist kein Versager, sondern wahrscheinlich das erfolgreichste Land der Welt. Sie haben Álvaro Campos und das ist genug.
Lisbon Revisited
Alvaro Campos (Fernando Pessoa)
Sehr schlechte Übersetzung von mir.
Sie waren sehr reich, sie waren reicher als England, hatte noch mehr Macht. Das ist schon lang vorbei.
Ich muss es sagen. Portugal ist kein Versager, sondern wahrscheinlich das erfolgreichste Land der Welt. Sie haben Álvaro Campos und das ist genug.
Lisbon Revisited
Alvaro Campos (Fernando Pessoa)
Queriam-me casado, fútil, quotidiano e tributável?
Vão para o diabo sem mim,
Ou deixem-me ir sozinho para o diabo!
Para que havemos de ir juntos?
Queriam-me o contrário disto, o contrário de qualquer coisa?
Se eu fosse outra pessoa, fazia-lhes, a todos, a vontade.
Assim, como sou, tenham paciência!
Wollen sie mir verheiratet, vergeblich, täglich und steuerbar?
Wollen sie mir das Gegenteil davon, das Gegenteil von irgendwas?
Wenn ich anderer Mann wäre, würde ich die Willen von allen erfüllen!
Wie ich bin, gib mir Geduld!
Geh zum Teufel ohne mich,
Oder lass mich allein zum Teufel gehen!
Warum sollen wir zusammengehen?
Não me peguem no braço!
Não gosto que me peguem no braço.
Quero ser sozinho
Já disse que sou sozinho!
Ah, que maçada quererem que eu seja de companhia!
Nimm mich nicht am Arm!
Das mag ich nicht.
Ich will allein sein.
Ich sagte schon, dass ich allein bin!
Äh, was für langweilige Leute, die mich als Begleiter wollen!
Ó céu azul o mesmo da minha infância,
Eterna verdade vazia e perfeita!
Ó macio Tejo ancestral e mudo,
Pequena verdade onde o céu se reflecte!
Der blaue Himmel meiner Kindheit,
Ewige Wahrheit, leer und perfekt!
Uralter und stiller Tagus,
Kleine Wahrheit, die den Himmel spiegelt!
Sehr schlechte Übersetzung von mir.
domingo, 17 de março de 2013
O ódio revolucionário e o amor de Deus.
Eu odiava Irã, afinal é uma nação terrorista que vive ameaçando o mundo. Podem procurar aí para baixo, quantas vezes citei o Irã com ódio. Me envergonho disso e peço perdão. Em um intercâmbio na Alemanha conheci iranianos e que foram certamente meus melhores amigos. Percebi que o que odeio mesmo é o governo autodenominado islâmico do Irã. Acho que foi o G.K. Chesterton que escreveu que se ao mesmo tempo um alemão e ele disparassem um tiro e ambos acertassem, ele entraria no céu abraçando e contando piadas para seu algoz, pois não nutria um pingo de ódio contra ele. Eu juro que não entendia isso até conhecer iranianos e perceber que eu não os odeio.
Voltando para primeira guerra, vejam esta foto de ingleses e alemães comemorando o Natal juntos. A primeira coisa que entendo é: Eles eram mais cristãos do que podemos imaginar. E certamente matar no dia de Natal era algo inimaginável. Até a década de 40 o pensamento cristão era quase hegemônico no mundo ocidental. E isso foi abandonado nos próximos anos. A segunda parte é, eles não se odiavam pois estavam lá na guerra para cumprir seus deveres civis.
De certa forma eles sabiam para quem estavam trabalhando, para seus governos e isso não envolvia nenhuma questão pessoal. Hoje em dia as pessoas não tem a menor idéia para quem trabalham, elas acreditam que são livres por não seguir a Igreja, eles são livres por externar seu ódio. Entendo que isso é um princípio revolucionário. Aliás, a coisa que eu tinha em comum com os iranianos era que nós não gostávamos de revolução. Eles tem um dos piores exemplos possíveis do que a revolução pode fazer. Eles sabem que o ódio revolucionário não é um caminho de libertação. É mais um caminho da escravidão.
Acabo concluindo isso: Quando, por exemplo, o pastor Silas Malafaia diz que é contra o casamento gay mas ama os mesmos, a maioria das pessoas hoje não consegue imaginar que o pastor está sendo sincero. Se eles estão de lados opostos devem obrigatoriamente se odiar e serem inimigos. Coisa que os soldados ingleses e alemães conseguiam separar muito bem é impossível para a mentalidade de nosso tempo.
E posso entender também que o ódio revolucionário é o que criou o terrorismo. Se era impensável matar alguém em um dia santo, hoje datas e locais pacíficos são as melhores oportunidades para matar. O ódio é pessoal, novamente pois ninguém sabe para quem está trabalhando, eles acreditam estar trabalhando por si mesmos. Mas é muito difícil explicar isso. Se eu disser que esses homens de fardas e fuzis na mão são melhores que a gente, será mais fácil enxergar nessa foto porcos capitalistas misturados a nazistas. Eles eram pessoas livres não por seguir o ódio dito libertador. Eles eram livres por amar Deus acima de todas as outras coisas.
Voltando para primeira guerra, vejam esta foto de ingleses e alemães comemorando o Natal juntos. A primeira coisa que entendo é: Eles eram mais cristãos do que podemos imaginar. E certamente matar no dia de Natal era algo inimaginável. Até a década de 40 o pensamento cristão era quase hegemônico no mundo ocidental. E isso foi abandonado nos próximos anos. A segunda parte é, eles não se odiavam pois estavam lá na guerra para cumprir seus deveres civis.
De certa forma eles sabiam para quem estavam trabalhando, para seus governos e isso não envolvia nenhuma questão pessoal. Hoje em dia as pessoas não tem a menor idéia para quem trabalham, elas acreditam que são livres por não seguir a Igreja, eles são livres por externar seu ódio. Entendo que isso é um princípio revolucionário. Aliás, a coisa que eu tinha em comum com os iranianos era que nós não gostávamos de revolução. Eles tem um dos piores exemplos possíveis do que a revolução pode fazer. Eles sabem que o ódio revolucionário não é um caminho de libertação. É mais um caminho da escravidão.
Acabo concluindo isso: Quando, por exemplo, o pastor Silas Malafaia diz que é contra o casamento gay mas ama os mesmos, a maioria das pessoas hoje não consegue imaginar que o pastor está sendo sincero. Se eles estão de lados opostos devem obrigatoriamente se odiar e serem inimigos. Coisa que os soldados ingleses e alemães conseguiam separar muito bem é impossível para a mentalidade de nosso tempo.
E posso entender também que o ódio revolucionário é o que criou o terrorismo. Se era impensável matar alguém em um dia santo, hoje datas e locais pacíficos são as melhores oportunidades para matar. O ódio é pessoal, novamente pois ninguém sabe para quem está trabalhando, eles acreditam estar trabalhando por si mesmos. Mas é muito difícil explicar isso. Se eu disser que esses homens de fardas e fuzis na mão são melhores que a gente, será mais fácil enxergar nessa foto porcos capitalistas misturados a nazistas. Eles eram pessoas livres não por seguir o ódio dito libertador. Eles eram livres por amar Deus acima de todas as outras coisas.
Ainda sobre o próximo
O "próximo" em português tem duplo sentido. Pois dá uma idéia de seqüência numérica e uma uma idéia de proximidade física.
Na tradução em inglês está como neighbor. O que eliminaria a idéia de seqüência numérica... Mas em alemão é der Nächste. A pronuncia é semelhante ao inglês next. E neighbor em alemão é Nachbar. Ou seja, na tradução em alemão o duplo sentido foi preservado.
Isso caí hoje em dia como um enigma. Amar o próximo significa também amar os que não nasceram. Que já são julgados por infelizes e desgraçados pelos vivos que defendem o aborto.
Eu fiquei muito feliz pela escolha do novo Papa, que veio da ordem dos jesuítas. Como estudei em uma escola jesuíta, nasci e vivo em uma cidade fundada por jesuítas, pela minha falta de modéstia eu me sinto meio jesuíta... São verdadeiros heróis, que atravessaram os mares, fundaram escolas e levaram a verdade. E todo conhecimento verdadeiro nos leva a Deus. Está lá no meu discurso em homenagem aos mestres da FEI:
Agradecemos, antes de tudo, aos mestres que hoje compõe o espírito invisível de nossa educação. Ao Santo Inácio de Loyola, por sua obediência as palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ide e ensinai a todos, e aos 475 anos que os jesuítas se dedicam a isso. E, entre os jesuítas, lembramos especialmente de um, Padre Sabóia de Medeiros, fundador da FEI.
Se o mundo parecia sem rumo, vi agora uma boa notícia. Prometo que vou voltar a escrever mais...
Na tradução em inglês está como neighbor. O que eliminaria a idéia de seqüência numérica... Mas em alemão é der Nächste. A pronuncia é semelhante ao inglês next. E neighbor em alemão é Nachbar. Ou seja, na tradução em alemão o duplo sentido foi preservado.
Isso caí hoje em dia como um enigma. Amar o próximo significa também amar os que não nasceram. Que já são julgados por infelizes e desgraçados pelos vivos que defendem o aborto.
Eu fiquei muito feliz pela escolha do novo Papa, que veio da ordem dos jesuítas. Como estudei em uma escola jesuíta, nasci e vivo em uma cidade fundada por jesuítas, pela minha falta de modéstia eu me sinto meio jesuíta... São verdadeiros heróis, que atravessaram os mares, fundaram escolas e levaram a verdade. E todo conhecimento verdadeiro nos leva a Deus. Está lá no meu discurso em homenagem aos mestres da FEI:
Agradecemos, antes de tudo, aos mestres que hoje compõe o espírito invisível de nossa educação. Ao Santo Inácio de Loyola, por sua obediência as palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ide e ensinai a todos, e aos 475 anos que os jesuítas se dedicam a isso. E, entre os jesuítas, lembramos especialmente de um, Padre Sabóia de Medeiros, fundador da FEI.
Se o mundo parecia sem rumo, vi agora uma boa notícia. Prometo que vou voltar a escrever mais...
Assinar:
Postagens (Atom)
